sexta-feira, 19 de abril de 2013

LENES COIFFEUR - BRASIL-RJ, CBMERJ: 14 Fotos da orgia dos Bombeiros realizando fantasia sexual dentro do quartel no Rio, Réus, ANDERSON LUIZ SANTANA MACHADO, VAGNER DA SILVA OLIVEIRA PMERJ: Hackers divulgam lista, Veja se vc está nesta Lista completa de 50 MIL PMs do RIO, com CPFs e endereços.



Nota: Essa postagem foi feita em 19/04/2013 e nesta data 21/04/2014 já conta com 38.391 acessos

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NOTÍCIAS com 17 foto da orgia no quartel dos Bombeiros do Rio.

Nem sempre onde há fogo há fumaça.

Às 23h do dia 22 de junho de 2012, um incêndio varreu o 4º Grupamento de Bombeiro Militar (Nova Iguaçu). O fogo no quartel, entretanto, só queimou a carreira de um cabo da corporação. Ele e um casal combinaram um encontro por meio da internet e colocaram em prática fetiches sexuais atrás de viaturas da unidade. Até uma escada Magirus da corporação foi usada na estripulia sexual do trio. A festa, todavia, não acabou bem para o militar: o cabo — e um sargento, também de plantão — foram denunciados pelo Ministério Público.
A informação foi divulgada na terça-feira, pela coluna “Justiça e Cidadania” do jornal “O Dia”. Além do cabo, um sargento bombeiro — que teria autorizado a entrada do casal no quartel — foi denunciado por crime de praticar, ou permitir que com ele se pratique ato libidinoso, homossexual ou não, em lugar sujeito à administração militar. A pena varia de seis meses a um ano.

De acordo com os diálogos do site de fantasias sexuais que o casal mantinha, o cabo, denominado “Bombeiro dotado” sugere: “Passa lá no quartel amanhã”. O casal, com o apelido de “Ksal fetiche”, responde: “Fazer o que no quartel? Loucão!”.


Em nota, a assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros informou que, ao tomar conhecimento dos fatos, a corregedoria da corporação instaurou um inquérito e prendeu os militares administrativamente. Leia a íntegra do informe:

"No primeiro trimestre de 2012, a Corregedoria Interna do CBMERJ teve ciência de um site de conteúdo erótico e que relatava o envolvimento de militares do 4º GBM – Nova Iguaçu. Imediatamente foi instaurado o Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar os fatos. Em seguida os militares foram sancionados com vinte e trinta dias de prisão. Quanto ao crime militar, os autos do Inquérito foram remetidos à Promotoria de Justiça junto à Auditoria de Justiça Militar do Estado do Rio de Janeiro que ofertou denúncia contra os militares."

Clic abaixo em mais informações para ver as fotos.





Notícia publicada pela Assessoria de Imprensa em 17/04/2013 16:21
O juiz Marcius da Costa Ferreira, em exercício na Auditoria da Justiça Militar do Rio, recebeu denúncia do Ministério Público Militar em desfavor dos bombeiros cabo Anderson Luiz Santana Machado e sargento Vagner da Silva Oliveira, do 4º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM), localizado no bairro da Posse, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense do Rio. Segundo a denúncia, no dia 22 de junho de 2012, o cabo Machado, com o consentimento do sargento Vagner, teria mantido relações sexuais nas instalações daquele quartel com um casal que conhecera na internet. As fotos, nas quais aparecem cenas de sexo explícito tendo como cenário viaturas do Corpo de Bombeiros, foram colocadas em um site pornográfico.
“Recebo a denúncia, eis que presentes indícios de autoria e materialidade, conforme farto material fotográfico que instrui o procedimento administrativo, bem como teor dos depoimentos colhidos durante a fase inquisitiva”, afirmou o juiz na decisão, proferida na noite de ontem, dia 16.
Os bombeiros respondem pelos crimes previstos no artigo 235 do Código Penal Militar (CPM), combinado com o artigo 70, II, alínea g e i. O interrogatório dos acusados está marcado para o dia 13 de maio, às 15h, na Auditoria da Justiça Militar, na Gamboa.


Essa é a nova modalidade 3 x 1, marido, esposa e Bombeiro, com direito a cobertor vermelho.



A magirus do dotado levantou...

Fotos do bombeiro fazendo sexo no quartel

...e a sacanagem começou, trepa de lá....

Clique para aumentar

...trepa de cá...Fogo é fogo, não interessa onde, se a missão é apagar,vamos lá.

Fonte Extra-Foto ilustrativa.





Pelo jeito essa apoiava os BMs


Fotos do Sexo no Quartel de bombeiros

Aconteceu também na PMERJ.


QUEREMOS O CORONEL ERIR, EX-CMT GERAL DA PMERJ, COMO O NOSSO DEPUTADO ESTADUAL EM 2014, POR SUAS AÇÕES DE JUSTIÇA PARA COM TODA A TROPA DURANTE O SEU COMANDO.














Processo No 0128129-64.2013.8.19.0001

TJ/RJ - 19/04/2013 09:34:47 - Primeira instância - Distribuído em 17/04/2013
Comarca da CapitalAuditoria da Justiça Militar
Cartório da Auditoria da Justiça Militar
Endereço:Av. Rodrigues Alves   731A   5º andar  
Bairro:Gamboa
Cidade:Rio de Janeiro
Ofício de Registro:4º Ofício de Registro de Distribuição
Assunto:Pederastia ou outro ato de libidinagem (Art. 235 - CPM), c/c art. 70, II, alíneas g e l, n/f do art. 53 do CPM
Classe:Ação Penal Militar - Procedimento Ordinário
AutorMINISTERIO PUBLICO MILITAR
Réu
ANDERSON LUIZ SANTANA MACHADO e outro(s).


SENTENÇA: 

UM ACUSADO, O OUTRO ABSOLVIDO.


PROCESSO Nº 0128129-64.2013.8.19.0001 ACUSADO(S): ANDERSON LUIZ SANTANA MACHADO e OUTRO. ATA DA SESSÃO DE JULGAMENTO No dia 03 de Fevereiro do ano de dois mil e quatorze, nesta Cidade do Rio de Janeiro, na Sala de Audiências da AUDITORIA DE JUSTIÇA MILITAR deste Estado, reuniu-se o Colendo Conselho Permanente de Justiça do CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, presidido pela MMª. Juíza-Auditora, Dra. ANA PAULA MONTE FIGUEIREDO PENA BARROS. Presente o Ilustre Promotor de Justiça Dr. Bruno dos Santos Guimarães. Presente a nobre Defensoria Pública Militar (2º acu-sado). Presente o Advogado, Dr. Edison Ferreira de Lima - OAB/RJ 36.560 (1º acusado). Presentes os acusados ANDERSON LUIZ SAN-TANA MACHADO e VAGNER DA SILVA OLIVEIRA, denunciados como incurso nas penas do artigo 235, c/c com o artigo 70, II, ´g´ e ´l´, n/f do artigo 53, todos do Código Penal Militar. Em seguida, realizou-se a sessão de julgamento, tendo este Juiz-Auditor indagado das partes se havia necessidade da leitura de alguma peça processual, momento no qual nada foi requerido por elas. DADA A PALAVRA A ILUSTRE DRA. PRO-MOTORA DE JUSTIÇA, EM ALEGAÇÕES ORAIS, disse que requeria a condenação do 1º acusado nos termos da exordial, tendo em vista restar devi-damente provado nos autos, que os fatos ocorreram dentro do aquartelamen-to, apesar do acusado ter alegado que teria ocorrido em outro local, o que está em contrário a todas as provas produzidas, principalmente o que constou nas fotografias; quanto ao 2º acusado pugna pela absolvição já que ocorreu um erro sistêmico, porém, não existir prova de ter ele concorrido para a infração penal e com certeza outros militares deveriam saber do fato, sendo que o cri-me teria ocorrido mesmo sem a sua participação. DADA A PALAVRA À DEFESA DO 1º ACU-SADO, EM ALEGAÇÕES ORAIS, sustentou que requeria a absolvição por ser medida de Justiça, devendo ser analisados os critérios reais de falta de fisca-lização, pois os deslizes não foram sós do acusado e sim de todos os outros que sabiam que este tipo de ato liberal estava acontecendo. DADA A PALAVRA À DEFESA DO 2º ACU-SADO, EM ALEGAÇÕES ORAIS, disse que reitera às palavra do Ministé-rio Público, pugnando pela absolvição deste acusado, que não viu nada e nada contribuiu para que o fato acontecesse, não se podendo admitir que o crime teia ocorrido em tese por falta de fiscalização, impondo-se a absolvição com fulcro no artigo 439, alínea ´c´ do Código Processo Penal Militar. Não houve réplica nem tréplica. Vistos etc. Relatados e discutidos em plenário. PASSAMOS A DECIDIR: Cuida-se de ação penal proposta pelo membro do Ministério Público Militar em face dos acusados ANDERSON LUIZ SAN-TANA MACHADO e VAGNER DA SILVA OLIVEIRA, dando-os como incursos nas penas do artigo 235, c/c com o artigo 70, II, ´g´ e ´l´, n/f do artigo 53, todos do Código Penal Militar. Em que pese o que foi alegado pela Defesa, restou devidamente comprovado nos autos, que o acusado praticou ato libidinoso em lugar sujeito a Administração Militar, ou seja, no interior do 4º GBM. Como se verifica da prova produzida em sede inquisitorial e renovada em Juízo, após ter combinado encontro com um casal, o acusado manteve relações sexuais com eles dentro do Quartel. Em Juízo, tentou o acusado justificar que o fato a-conteceu fora da Unidade, o que não pode de forma alguma ser acolhido dian-te da farta prova documental produzida, demonstrando que à fotos foram tira-das dentro da Unidade, além da prova oral, confirmando o local que aparece nas fotos, justamente o aquartelamento. Tal fato, atentou contra a Disciplina Militar inclusive ferindo a Corporação, que foi objeto de comentários maldosos a respeito do ocorrido, inclusive por parte da imprensa, maculando a imagem de uma Cor-poração de forma completamente injustificada e desnecessária, demonstrando ainda, audácia na atitude do 1º acusado. Sua conduta ou sua lascívia, fora de serviço, nada tem a ver com a Justiça. Porém, o mesmo não pode ser dito quando um militar utiliza-se do local aonde trabalha, e dos bens da própria Corporação, para satisfazer seus desejos, razão pela qual deve o mesmo ser condenado da forma como constou na denúncia. Não se pode atribuir o crime do acusado a eventual falha na fiscalização da entrada e saída de veículos da Unidade, pois jamais po-deria ele ter pretendido e de fato realizado a relação sexual aonde fez e da for-ma como fez, expondo não só o próprio militar, mas também toda a Corpora-ção. No que concerne à culpabilidade, podemos dizer ter o acusado agido de forma livre e consciente, inexistindo nos autos quaisquer circunstâncias que o isente de pena ou ainda que exclua sua culpa. Quanto as agravantes imputadas na denúncia enten-demos que a prevista na alínea ´g´ do artigo 70, II, do Código Penal Militar, não restou configurada, ao contrário da agravante prevista na alínea ´l]´, uma vez que no momento do cometimento do crime o 1º acusado estava de serviço de prontidão, o que faz com que sua conduta seja agravada, pois caso houves-se acionamento do socorro, o mesmo desfalcaria a guarnição de socorro. Todavia, no tocante ao 2º acusado, assiste razão ao Ministério Público e Defesa, já que não há comprovação de que ele tenha con-tribuído para a ocorrência do crime, devendo-se levar em conta sua negativa, quando do interrogatório em Juízo, impondo-se a absolvição, vencido o CAP BM RAPHAEL BISMARA MAIA - JUIZ MILITAR, que votou pela con-denação deste acusado. À vista do exposto, o Conselho, unanimidade, se-guindo o voto da MMª. Juíza de Direito da Auditoria Militar resolveu CONDENAR o acusado ANDERSON LUIZ SANTANA MACHADO, nas penas do artigo 235, c/c com o artigo 70, II, ´l´, todos do Código Penal Militar e absolver por maioria de votos, o acusado VAGNER DA SILVA OLIVEIRA, com fulcro no artigo 439, alínea ´c´ do Código Processo Penal Militar. Observadas as diretrizes do artigo 69 e seguintes da norma penal vigente, passo a analisar as circunstâncias judiciais avaliando com isso a personalidade, a conduta social do Réu, a intensidade do dolo e ainda as demais circunstâncias envolventes do episódio, atento ainda para o fato de ser primário determino-lhe no mínimo legal a pena-base prevista para a espécie que é de 06 (seis) meses de detenção, mas que aumento em um quinto ante o reconhecimento da qualificadora, encontrando assim 07 (sete) meses de detenção e 06 (seis) dias de detenção, tornando esta definitiva ante a ausência de qualquer outra causa modificadora. Atento ao que preceitua o artigo 61 do Código Penal Militar, observando-se o que dispõe o Código Penal, fixamos como regime de cumprimento da pena o aberto. Nosso entendimento é de não ser possível aplicar Lei extravagante nesta Justiça Castrense, porém considerando preencher os ora condenados os requisitos objetivos e subjetivos estabelecidos no artigo 84 do Código Penal Militar, reconhecemos a favor dos mesmos, o direito a que possuem a SUSPENSÃO CONDICIONAL DA PENA, razão pela qual, aos mesmos concedemos este benefício pelo período de 02 (dois) anos, desde que ele se submeta às seguintes condições: a) Proibição de ausentar-se do território da jurisdição desta Auditoria sem prévia autorização; b) Obrigação de comunicar qualquer alteração do seu local de residência; c) Comparecimento mensal a Juízo a fim de informar sobre as atividades profissionais desenvolvidas no período. Após o trânsito em julgado, lance-se o nome do Réu no rol dos culpados, atendendo-se ao disposto no artigo 5º, inciso LVII da Carta Magna e ainda, expeçam-se Carta de Guia à VEP, registrando que deixamos de expedir os Mandados de Prisão, em virtude do regime da pena fixada e do benefício concedido. De acordo com o artigo 30, XIII, da Lei 8457/92(LOJMU), comunique-se ao comando dos acusados o resultado do julgamento. Sem custas, na forma do artigo 712 da Lei Processual Penal Castrense. Transitada em julgado, expeçam-se as comunicações de praxe e arquivem-se os autos. Publicada a sentença em audiência e intimados os presentes, registre-se. Nada mais havendo a tratar, foi pelo Exmo. Senhor Presidente encerrada a sessão, e para constar, eu _______________ Anderson Luiz Tavares Paulino dos Anjos, o digitei e, lavrei o presente eu, ______________ Júlio César das Neves Peixoto Silva - Matr. 01/22.514, responsável pelo expediente o subscrevo. _____________________________________________________ Dra. Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros JUÍZA DE DIREITO DA AUDITORIA MILITAR ____________________________________________________ 



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PMERJ: CEL ERIR COSTA FILHO SERÁ O NOSSO DEPUTADO ESTADUAL ANO QUE VEM, 2014. SEGUNDA-FEIRA, 5 DE AGOSTO DE 2013 

BELTRAME X ERIR 

O voo mais alto do comandante Erir  ►Para bons observadores da Assembléia Legislativa e até da cúpula da Secretaria de Segurança Pública, a mudança de tom do comandante da Polícia Militar, Erir Ribeiro da Costa Filho, tem uma direção: a do mundo da política. ► O moço deve ser candidato a deputado no ano que vem. ► E ele ainda tem tempo para escolher o partido. Como é militar, não precisa respeitar o prazo de um ano de filiação. Erro tático ► A brusca mudança de rota foi o que mais irritou o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame. ► Para ele, Erir deixou de ser técnico ao abraçar a política.   Para a platéia ► A busca pelo voto dos policiais explicaria a briga de Erir com os defensores dos Direitos Humanos e com a imprensa, a quem acusou de má vontade. ► Seria também o motivo do "agrado" à tropa com a anistia das punições disciplinares. ► Não é nada, não é nada, são quase 80 mil votos em jogo. Um bom patamar inicial. O passo a passo da crise ► A coluna tem acompanhado cada sintoma de rompimento, desde que Erir e Beltrame começaram a demonstrar publicamente que não falam mais a mesma língua. ► Na noite do dia 17 de julho, durante uma manifestação no Leblon, o comando da PM e Marcelo Freixo (PSOL), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia, bateram boca no Twitter. ► Na semana seguinte, o perfil oficial da corporação voltou a jogar bombas de efeito moral, desta vez, na OAB. ► Contrariado, Beltrame disse publicamente considerar desnecessária a bélica performance da PM nas redes sociais. ► A confusão já estava armada quando Erir disse, no quartel-general, para quem quisesse ouvir, que falava diretamente com Cabral, sem precisar da intermediação do secretário. ► Cansado dos erros da PM, Beltrame foi ao governador na semana passada e pediu a substituição do comandante.  TSE marca próxima eleição presidencial para 5 de outubro de 2014 A votação que vai eleger o próximo presidente da República será no dia cinco de outubro de 2014. O calendário foi aprovado e divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral, o TSE. Caso haja a necessidade de segundo turno, a votação será três semanas depois, no dia 26 de outubro.  Em 2014, serão eleitos, além do novo presidente, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais.  O calendário eleitoral começa em cinco de outubro de 2013, um ano antes do pleito. Esse é o prazo, por exemplo, para que os partidos que vão concorrer estejam registrados no TSE.  As convenções para a definição dos candidatos deverão acontecer entre 10 e 30 de junho do ano que vem. E uma semana depois comícios e propaganda eleitoral estarão liberados. às 17:50 

2 comentários:

  1. A justiça deveria se posicionar igual a justiça de Santa Maria do Rio Grande do Sul, responsabilizando os Comandantes do Bombeiros, sobre a boate Kiss, deveria indiciar o oficial de Dia responsável pela OPM o qual as praças estão subordinadas, se o oficial não participou, pelo menos devem responder por omissão.

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