sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Menino que caiu do 26º. andar de prédio em SP: Crime ou acidente.

17/09/2015 10h59 - Atualizado em 17/09/2015 14h07

'Ele é lindo', diz pai de menino que caiu do 26º. andar de prédio em SP

Gustavo, de 5 anos, foi encontrado morto onde morava em Taboão. 
Mãe da criança disse à polícia que o deixou sozinho em casa.



Mãe separada do marido recentemente, com novo namorado.
O que uma criança de 5 anos estava fazendo acordada por volta da meia noite?
Crianças nessa idade dificilmente ficam acordada até meia noite!
Quem teria arrumado a mochila da criança, e porque?
O menino teria condição de raciocinar sobre os pertences que ele precisava colocar na mochila e para que ele iria precisar?
Se ele estivesse dormindo, como a mãe diz, ou até mesmo que ele tivesse acordado sozinho, ele estaria tranquilo demais para tentar sair, ainda mais de raciocinar em arquitetar subir em cadeiras para sair.

Linha de raciocínio:
A gritaria de pessoas discutindo poderia ser em outro apartamento.
A testemunha que declarou ter ouvido a briga enquanto assistia o jogo na TV pode ser um envolvido (suspeito) de participar com cumplicidade com a mãe assassina.
Possivelmente a mãe para se vingar do antigo marido, empolgada com o namorado atual, quis se livrar do menino, seu empecilho,  sem deixar pistas.
A mãe poderia ter preparado a mochilinha do menino e mandado ele sair pela janela para se encontrar com ela., enquanto isso sob a desculpa que o esperaria do lado de fora, saiu com o carro para ser vista pelas câmeras a fabricar seu álibi, sabendo que o menino cairia, e morreria, dai não deixaria provas, não precisando de ninguém para empurrá-lo.
Seria um álibi muito bom, ela não estando em casa, quando ele cairia e ninguém precisaria empurrá-lo.
O caso Nardoni foi demais didático para certos crimes.

Se ele estivesse dormindo como a mãe disse ao abrir o crânio do menino na necrópsia irá demostrar  
Carolina Dantas e Márcio PinhoDo G1 São Paulo
Pai de gustavo, Giovanni Storto, deixa o IML ao lado de investigadores (Foto: Carolina Dantas/G1)Pai de Gustavo, Giovanni Storto (ao centro, de azul), deixa o IML ao lado de investigadores (Foto: Carolina Dantas/G1)
O pai de Gustavo Storto, menino de 5 anos que caiu do 26º andar do prédio em que morava com a mãe em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, foi ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade para liberar o corpo na manhã desta quinta-feira (17). O pai está separado da mãe há quatro meses e não morava mais com o filho.
O caso ocorreu na noite anterior e foi registrado como morte suspeita. A perícia diz que, inicialmente, trabalha com a hipótese de acidente.
"Ele é lindo", disse Giovanni Storto muito abalado. No IML, ele estava acompanhado da mãe, avó do menino, chorava muito e não quis gravar entrevista. O corpo de Gustavo será enterrado no Cemitério de Itapevi, também na Grande São Paulo.
Segundo a Polícia Militar, Gustavo caiu no estacionamento do condomínio Pitangueiras, onde morava, pouco antes da meia-noite.
O edifício fica na Avenida Aprígio Bezerra da Silva, perto da Rodovia Régis Bittencourt. Peritos informaram que o menino caiu da janela do banheiro.
Investigação
A Polícia Civil investiga se o menino tinha condições de se jogar da janela do banheiro do apartamento em que morava. O caso foi registrado como morte suspeita.
O SPTV mostrou que a janela do banheiro de apartamento vizinho, igual a do apartamento de Gustavo, tinha 1,60 m de altura, e 60 cm de largura. Duas cadeiras, uma maior embaixo, e uma menor, infantil, em cima, foram encontradas próxima à janela.
A polícia ainda aguarda laudo sobre a trajetória da queda do menino e outro para verificar se o menino tinha marcas de agressão.
Ao registrar boletim de ocorrência, a mãe informou à polícia que deixou o menino dormindo sozinho e foi buscar o namorado na Estação Morumbi da CPTM, na Zona Sul da capital. Quando chegou, pouco antes da meia-noite, encontrou as luzes acesas e duas cadeiras no box do banheiro. Ao olhar para baixo, viu o garoto no estacionamento. Imagens de câmeras também serão analisadas para confirmar se a mãe saiu e chegou no horário que informou à polícia.
A mãe disse à polícia que pode comprovar por mensagens do aplicativo Whatsapp que foi buscar o namorado. O celular foi apreendido e será analisado.
O delegado Albano Fernandez disse ao SPTV que, por ora, não há nenhum indício de que a morte tenha sido criminosa. A fatalidade é a principal linha de investigação, segundo o SPTV.
Testemunhas
A Polícia Civil já ouviu nove testemunhas sobre o caso: três policiais que atenderam a ocorrência, dois funcionários do prédio, sendo um deles o porteiro que trabalhava no edifício na noite de quarta, dois moradores, a mãe do menino e o namorado dela.
Novas testemunhas serão ouvidas na tarde desta quinta (17) e pretende ainda colher o depoimento do pai do garoto, Giovanni Storto, nos próximos dias. O pai já foi ouvido informalmente no Instituto Médico Legal (IML) de Taboão da Serra.
Um vizinho de Gustavo, que mora três andares abaixo, disse que ouviu uma gritaria pouco antes da queda na noite desta quarta-feira.
"Eu estava assistindo o jogo, tinha acabado de terminar o jogo, fui para a sacada tomar um vento, vi o movimento, daqui a pouco eu escuto uma gritaria e um silêncio. De repente, eu vejo o corpo caindo e espatifando no chão", disse o vizinho Reinaldo Costa Júnior, que mora três andares abaixo do apartamento do menino.
"Eu e minha irmã descemos para tampar o corpo porque tinha criança embaixo, para não ver o estrago. A gente desceu correndo, pegou uma manta, tampou o corpo e foi chamar o segurança", completou o vizinho.
Outro vizinho, o professor Fábio Garcia Kiss, do 1º andar, também estava assistindo ao jogo de futebol, e disse que ouviu "um barulho seco", "muito grande". "Uma vizinha gritou' pelo amor de Deus', eu desci e encontrei o corpo no estacionamento", disse.
Tanto Fábio como Reinaldo afirmaram que o menino estava vestido, com tênis e segurava uma mochila ou lancheira. A Secretaria da Segurança informou que a lancheira foi apreendida.
“Nós ouvimos uma gritaria e criança chorando. Pensamos que era normal, mas eu estava na cozinha e meu filho falou: mãe, olha lá embaixo, um corpo”, disse a vizinha Sueli Andrade Dantas ao SPTV.
Inicialmente, dois vizinhos disseram ao SPTV que ouviram uma briga entre a mãe e o namorado antes do acidente. Mas, por meio de nota, a Secretaria da Segurança informou que uma pessoa que deu entrevista sobre a briha desmentiu em depoimento.
O Conselho Tutelar de Taboão ao informou ao G1 que não recebeu nenhuma denúncia de maus-tratos contra Gustavo.

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